PESQUISA DATAFOLHA: Lula na liderança em todos os cenários testados para a Presidência
Presidente aparece à frente de Flávio Bolsonaro no primeiro turno e também venceria o senador em eventual segundo turno.
Cobertura política do Brasil: Congresso, governos estaduais, eleições de 2026 e os bastidores do poder — com checagem do que é dito.
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Destaque
Pelo menos 23 policiais e militares foram homenageados por Flávio Bolsonaro, quando ele era deputado estadual no Rio, entre 2003 e 2018, e esses homenageados eram réus ou haviam sido condenados por crimes como homicídio, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e fraude em licitações.
Presidente aparece à frente de Flávio Bolsonaro no primeiro turno e também venceria o senador em eventual segundo turno.
Tarcísio está mais vulnerável do que indicavam pesquisas anteriores. Enquanto pesquisas anteriores colocavam Tarcísio acima dos 50%, Datafolha registra 45% e sugere que a liderança do governador pode não ser tão sólida quanto aparentava. Os diferentes retratos do eleitorado paulista mostram que a corrida está em movimento e que a liderança de Tarcísio pode estar mais vulnerável do que parece.
Decisão unânime tem caráter cautelar e permanece válida enquanto a Justiça Eleitoral analisa o registro da candidatura do empresário à Presidência da República em 2026.
Levantamento divulgado nesta sexta-feira mostra ex-deputada na liderança, com 33,6% das intenções de voto; disputa pela segunda vaga permanece aberta.
Enquanto governador tenta esconder redução de recursos para a Secretaria da Mulher com uma comparação conveniente, São Paulo registra o maior número de feminicídios da série histórica; no primeiro semestre de 2026, foram 141 casos, alta de 10% em relação a 2025.
Primeira agenda de campanha de Flávio na periferia paulista foi marcada por gritos de “Fora, Tarcísio” e “Fora, Flávio”. Ao lado de Ricardo Nunes, candidato tenta transformar a força política do governador e do prefeito em votos, enquanto Tarcísio se coloca como cabo eleitoral de uma candidatura que enfrenta resistência nas ruas.
Candidato do PL transforma futebol em metáfora eleitoral, recicla ataques infundados ao STF, responsabiliza Lula por problemas de São Paulo e se escora igual uma âncora em Tarcísio e Ricardo Nunes para tentar construir uma candidatura que ainda parece incapaz de andar com as próprias pernas. Candidato acaba vaiado pelos moradores.
Quatro jornalistas de CBN, O Globo e Valor Econômico deixaram de confrontar o candidato sobre Banco Master, Vorcaro, financiamento de campanha, crise na polícia, amizade do coronel Coutinho, feminicídios, relação de amizade com Ney Santos envolvido com o PCC, Vice Ramuth envolvido com envio de dinheiro suspeito para o exterior, abertura de empresa dos filhos como Sede o Palácio dos Bandeirantes, ativos do Estado com bilhões em dívidas, delegacias da mulher e números questionáveis da segurança pública.
Em entrevista à Jovem Pan, governador tenta pintar São Paulo como vítima de um suposto boicote de Lula. Os números, porém, mostram outra coisa: União financiou metrô, trem, Rodoanel, saúde e outras obras e concedeu R$ 30 bilhões em garantias ao Estado desde 2023.