Tarcísio leva lógica de quartel para as escolas e vê dirigente citar Hitler como “líder excepcional”
O episódio também levanta questionamentos sobre a linguagem e os métodos que vêm sendo incorporados à educação paulista durante a gestão Tarcísio de Freitas. O governo tem ampliado modelos que apostam em uma lógica mais rígida de disciplina e hierarquia, como as escolas cívico-militares, nas quais termos e referências ligados à formação militar passam a ocupar espaço no ambiente escolar.